NOVO MODELO: Adufe de Miriam

PREÇO ESPECIAL até final de JUNHO 2020 ADUFE+SACO+portes PT

Dizem as Escrituras (Livro do Êxodo), que o Mar Vermelho se abriu e se fechou. O poderoso exército do Faraó sucumbiu. O povo de Israel, que tinha atravessado a pé enxuto, pôde encontrar a glória e a paz.

Miriam e as mulheres hebraicas pegaram nos seus tupin, tocaram, cantaram e dançaram de júbilo.

Haggadah de Oro, Catalunha 1320, British Library

Neste magnífico Haggadah judaico ibérico, datado de 1320, podemos observar que o tof myriam a que o texto se refere (tupin, no plural), é representado como um adufe de forma quadrangular.

Note-se que na tradição judaica, a expressão tof myriam é usada para o instrumento redondo unimembranofone, isto é, só com uma pele.

O adufe representado aparece pintado, provavelmente com henna, tal como ainda hoje podemos observar em Marrocos. Ao repararmos no desenho, podemos observar uma estrela de 8 vértices, cuja base são dois quadrados sobrepostos, podemos observar ainda ornamentos em quatro cantos, que nos remetem para as maravalhas que enfeitam os adufes actuais. A imagem pode ser vista também como uma espiral de quadrados sobrepostos, que dão a ilusão de profundidade e perspectiva. (Muito mais há a dizer sobre este símbolo antigo e mágico. Algo que irei tentar resumir num próximo artigo.)

Características:

Este novo modelo é inspirado na imagem do Haggadah de Oro e na passagem bíblica que ela representa.

É um adufe semelhante ao modelo UNIVERSAL, mas mais pequeno. Com 33cm de lado, é mais portátil, mais fácil de transportar e tocar. É um instrumento que é confortável e versátil de manusear, de passar de uma mão para outra e/ou de segurar só com uma mão.

A espessura de 6cm, em 3 dos cantos, e de 5cm no outro, inovação já presente no modelo UNIVERSAL (espessura variável), garante um som com corpo, ataque, definição e clareza. Não é um adufe pequeno com um som pequeno. É um adufe pequeno, com som grande.

A posição das peles em relação uma à outra, que não é paralela, faz com a produção e sustain do som sejam surpreendentes.

É também um instrumento “2 em 1”. No mesmo adufe, as duas peles soam como se se tratasse de 2 instrumentos diferentes, basta rodar o adufe. De um lado, um frame drum e do outro, um adufe tradicional. Isto é possível pela inovação ao nível da estrutura de madeira.

As peles são escolhidas de acordo com as técnicas a executar, no lado frame drum, uma pele mais fina, para produzir mais agudos e um timbre mais directo e claro; no lado adufe tradicional, uma pele ligeiramente mais grossa, para ter mais graves e médios, produzindo o som típico do adufe português.

São possíveis várias versões, com pele natural ou pintada, com ou sem desenho, com ou sem decorações, etc.

Uso

É um instrumento mais solista, com uma capacidade de projecção de som nas frequências mais agudas que oferece à adufeira ou adufeiro maior resposta a ritmos mais rápidos e passagens rítmicas mais virtuosas. Pela sua clareza e maior tensão da pele é ideal para tocar ritmos do Mediterrâneo e do Médio Oriente.

É também um instrumento, à semelhança do que vemos na representação de Miriam e das mulheres, ideal para acompanhar o canto e outros instrumentos, sobretudo na música antiga. É um instrumento capaz de manter toda a qualidade sonora em dinâmicas mais piano e com um timbre bem distinto e rico, entre graves, médios e agudos.

Iglesia de Santa María de Yermo, séc. XII, Cantabria, Espanha.

Também aconselhado para o repertório ibérico antigo medieval, nas mais diversas instrumentações, tal como o encontramos, por exemplo, representado nos capitéis das capelas e igrejas da Península.

PREÇO ESPECIAL até final de JUNHO 2020 ADUFE+SACO+portes PT

11 por 8 (2+2+3+2+2) + ponte 4 3 2 1

Este exercício é a continuação do estudo do 11 por 8 búlgaro, com subdivisão 2 + 2 + 3 + 2 + 2. (No vídeo anterior têm mais informações sobre o que são compassos e subdivisões.)

Como tocar:

1 – Repetir o padrão base três vezes. Como podem ver no vídeo o padrão é tocado com a direita (dum e ) e ornamentado com a esquerda (ki).

2 – Tocar a ponte, a que chamo 4 3 2 1. Porque construo uma frase de dois compassos em semínimas. (não se preocupem se não sabem música ou se não entendem, com o vídeo conseguem perceber facilmente).

Primeiro, 4 semínimas, depois 3, 2, 1 e pausa, onde digo “i”.

TÁ KÁ DI MI

Exercício para adufe, de nível básico, criado para praticar as sílabas Tá Ká Di Mi, usadas na linguagem rítmica indiana e que aqui servem para dizer e compreender o ritmo.

No vídeo estou a tocar o som “Dum” no adufe, ou seja, o som grave. Pode ser feito com “Tá”, tocado com a mão direita em cima da madeira.

Como tocar:

Dizer uma sílaba a cada batida no adufe. (repetir 4 vezes e terminar na sílaba DUM)

Dizer uma sílaba a cada 2 batidas no adufe (repetir 4 vezes e terminar na sílaba DUM)

Dizer uma sílaba a cada 3 batidas no adufe (repetir 4 vezes e terminar na sílaba DUM)

Dizer uma sílaba a cada 4 batidas no adufe (repetir 4 vezes e terminar na sílaba DUM)

Tocar tudo seguido (sem repetir 4 vezes cada):

De trás para a frente:

11 por 8 (2+2+3+2+2): introdução

Na música podem existir compassos binários, ternários e quaternários. A subdivisão dos tempos pode ser binária, ternária ou uma combinação das duas.

O que é a subdivisão do tempo? É o número de partes no qual um tempo de se divide.

Assim podemos ter um compasso binário (com dois tempos) com subdivisão binária (cada tempo de subdivide em duas partes) ou ternária (cada tempo de subdivide em três partes).

Quando a subdivisão é binária ou ternária, os tempos têm todos a mesma duração respectivamente, e a pulsação é igual e constante.

Quando a subdivisão é uma combinação de tempos de subdivisão binária e ternária, temos uma sensação de pulsação irregular, já que temos tempos de duas partes e três partes misturados.

Complicado? Um pouco.

“11 por 8” é o nome do compasso. Como se vê indica que tem 11 partes. É um ciclo de 11 partes. O 8 refere-se à colcheia, o que para já não importa. 🙂

A particularidade deste ritmo, o interesse e a dificuldade em tocá-lo é que o tempo irregular está no meio do compasso:

2 + 2 + 3 + 2 + 2

O 2 indica a subdivisão binária e o 3 a ternária.

É fácil perdermo-nos e não sabermos onde está o primeiro tempo. Neste exercício, construí um padrão com dois compassos, para melhor compreensão e interesse musical. No primeiro compasso começamos no Dum e no segundo no Tá.

Como praticar:

1 – Dizer e tocar o primeiro compasso

2- Dizer e tocar o segundo compasso

3 – Tocar o primeiro compasso. Pausa. Tocar o segundo compasso. (Ao fazer uma suspensão entre eles, temos tempo para perceber como é a dinâmica entre eles e a continuidade)

4 – Tocar/dizer o ciclo dos dois compassos completos.

Se tiverem dúvidas ou sugestões, por favor, entrem em contacto.

Pa – Pa – Dum – – Pa – Pa Dum –

Exercício de nível básico/médio com o som “Pa”.

O som “Pa” não é tocado na Tradição portuguesa de adufe, trata-se aqui de uma adaptação de uma técnica de outros frame drums – bendir, por exemplo.

Como podem observar, a mão direita está livre. O polegar não está colocado no adufe como tradicionalmente.

O adufe está na horizontal, apoiado na palma da mão esquerda, e não com um canto para cima.

Como praticar?

1 – A “melodia rítmica” tocada pela mão direita.

2 – O mesmo padrão preenchido com ki, tocado com a mão esquerda.

O mesmo padrão mas com o som Tá: dedos e depois mão

Como praticar?

1 – “melodia” rítmica tocada com os dedos R4 (Tá) e o R3 (Dum)

2 – preenchida com ki, na mão esquerda

3 – “melodia” rítmica tocada com a mão completa

4 – preenchida com ki, na mão esquerda


Aprendi o padrão rítmico que estou a tocar com o músico argelino Salim Beltitane durante o Tamburi Mundi 2019.

Adufe: modelo Universal, 33cm X 6cm, pele de cabra pintada de azul com desenho de motivo ibérico presente no Haggadah d´Oro (Catalunha, séc, XIV). Com sistema de afinação, dois lados sonoros distintos e espessura variável.

Para comprar o adufe que estou a usar, enviar email ou whatsapp!

Prémio Nacional de Artesanato 2019

Sou finalista do Prémio Nacional de Artesanato 2019, na categoria de Inovação.

Finalizada a votação online, os resultados finais e os premiados deverão ser anunciados no próximo mês de Março de 2020, numa cerimónia pública a realizar em local a designar.1

Este prémio bianual é organizado pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional e para além dos meus adufes, são finalistas mais dois artesãos dos Açores, aqui congratulados pelo vice-presidente do Governo Regional dos Açores.

“Quero expressar a minha grande satisfação ao Maxim Pavlov e ao Rui Pedro, na categoria ‘Inovação’, e à Isabel Silva Melo, na categoria ‘Empreendedorismo Novos Talentos’, pelo facto de terem sido selecionados e, assim, participarem na grande final do Prémio Nacional de Artesanato 2019”, afirmou Sérgio Ávila, citado em nota.

Obras apresentadas ao Prémio.

Agradeço a todos os que participaram na votação online, pelo vosso voto e pelas mensagens de apoio. Agradeço, igualmente, a toda as pessoas que têm partilhado esta paixão pelo adufe e este percurso, que é nosso, ao longo dos últimos 10 anos.

ENCONTROS / ENCUENTROS / INCONTRI MED [mediterrâneo/medieval] MONSANTO 2019

Preços

Aulas, conferência, concertos de 8 a 10 de Novembro – 75€/pax

Grupos de 4 pessoas ou mais – 65€/pax

Estudantes – 45€/pax

Residentes no Município de Idanha-a-Nova – entrada grátis.

Mauricio Molina, PhDadufe e frame drums medievais (Espanha)

Adufeiras de Monsanto – Tradição Oral: toque e cantigas de adufe (Portugal)

Isabel Martín – pandero cuadrado de Peñaparda (Espanha)

Bruno Spagna – tamburello e tamorra (Itália)

Rui Silva – adufe moderno (Portugal)


O projecto

O Ensemble Med propõe anualmente um encontro de artistas da Bacia do Mediterrâneo, que na zona raiana de Idanha-a-Nova homenageiam o património musical de raiz Mediterrânica e/ou Medieval, de raiz escrita e oral, em particular com a tradição dos pandeiros / adufes / “framedrums”.

A inspiração de ENCONTROS / ENCUENTROS / INCONTRI MED [mediterrâneo/medieval] MONSANTO2019 é o delicado ponto de contacto entre os universos da música antiga historicamente informada e a música tradicional historicamente informada, procurando a sua própria interpretação viva e actual da música de raiz medieval Europeia, realizada em torno da Ibéria e das regiões circundantes do Mar Mediterrâneo, numa abordagem multicultural e transversal.

 O projeto nasceu do “Diálogo Interculturas no Mediterrâneo Medieval” , promovido pelo Ensemble Med / O Corvo e a Raposa Associação Cultural em Novembro 2018 na Aldeia de Monsanto, Idanha-a-Nova, cofinanciado pelo Programa de Apoio às Artes da Direção Geral das Artes / Ministério da Cultura com o apoio do Município de Idanha-a-Nova. 

Para Novembro de 2019, propõe-se um olhar mais atento à Península Ibérica e Italiana, com Maurício Molina (Barcelona / City University of New York), Bruno Spagna ( Itália), Isabel Martin (Espanha), Rui Silva (Portugal) e as convidadas especiais Adufeiras de Monsanto (Portugal).

Aldeia de Monsanto / Idanha-a-Nova

O Encontro promovido pelo Ensemble Med em parceria com o Município de Idanha-a-Nova: “Diálogo Interculturas no Mediterraneo Medieval”, procura ligar o património intangível de Idanha-a-Nova e Monsanto: a valorização da Tradição Oral do toque e das cantigas de adufe da região, com o património tangível, em todo o seu esplendor românico.

Monsanto é um dos lugares mais bonitos e mágicos do mundo. Vejam como foi em 2018… (a partir dos 47s)

adufes.com 

A base de investigação do ENCONTRO é de Rui Silva, músico e artesão singular no panorama português, com um trabalho inédito de divulgação do Adufe Português. No seguimento da primeira edição, em Novembro de 2018, onde o Ensemble e os Participantes do Curso trabalharam com as Adufeiras de Monsanto.


Programa (provisório)

Dia 08 de Novembro (sexta-feira)

9h30 – LAGAR Boas-vindas e Aquecimento

10h00 – 11h30 Aula com Rui Silva: Adufe Moderno

11h30 – 13h Aula Aberta Maurício Molina – adufe medieval e frame drums ibéricos

15h00 – 16h30h  Aula com Bruno Spagna – introdução à Tamorra e Tamborello

16h30 – 18h00 Aula com a Isabel Martín: introdução ao pandero cuadrado de Peñaparda

18h CENTRO INTERPRETATIVO Showcase Bruno Spagna no evento iFoodLab

21h30 LAGAR Concerto “Bruno Spagna” noite italiana!


Dia 9 (sábado) 

9h30 – IGREJA MATRIZ DE MONSANTO Aquecimento

10h00-12h45 Aula com as Adufeiras De Monsanto

15h00 – 16h30 LAGAR  Aula com Bruno Spagna – introdução à Tamorra e Tamborello

16h30 – 18h Aula com a Isabel Martin: introdução ao pandero cuadrado

18h00 -19:00 Espaço FORNO Conferência pública ADUFE com Maurício Molina, City University of New York

21:30 IGREJA MATRIZ DE MONSANTO ENSEMBLE MED c/ Maurício Molina e Adufeiras de Monsanto


Dia 10 (domingo)

10h00 – LAGAR Aquecimento

10h30 – 13h00 Ensaio TUTTI com todos os professores, grupos e participantes

16:00 CAPELA SÃO PEDRO DE VIR-A-CORÇA

CONCERTO Participantes Curso c/ formadores & Ensemble Med 


FICHA TÉCNICA

Direção Geral: Daniela Tomaz & Rui Silva

Direcção Artística: Rui Silva

Formadores: Adufeiras de Monsanto, Bruno Spagna, Isabel Martín, Maurício Molina e Rui Silva

Artistas: ENSEMBLE MED & Maurício Molina e Adufeiras de Monsanto; Bruno Spagna

Promotor: O Corvo e a Raposa & Município de Idanha-a-Nova

Assistente de produção: Maria Simões

Apoio: www.adufes.com

Workshop de adufe | Ponte de Lima

Workshop de adufe integrado no festival Percursos da Música 2019 e no projecto do Ensemble Med “Diálogo Interculturas Mediterraneo Medieval”.

Nível: básico (depende do nível médio de todos os participantes)

Localização: Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima.

Data: 19 de Julho

Horário: 15h-17h

Número de participantes: 10 – 20.

Adufe: Os participantes idealmente deverão ter adufe. Número limitado de instrumentos para emprestar.

Inscrições obrigatórias através do formulário abaixo.

Contactos: ruisilvaperc@gmail.com | tlm. 965548227


Sumário

Para começar a tocar adufe: postura, sons e ritmos tradicionais – básico

Neste workshop (2h), será dedicada a quem quer começar a tocar adufe. Vamos ver lentamente todos os passos para começarem a “tratar o adufe por tu”. Faremos exercícios baseados nos ritmos tradicionais para que todos os consigam compreender e tocar. Se possível, aprenderemos 2 canções: uma binária, outra ternária.

Não é necessário saber música para poder participar.

Mini-curso de adufe em Lisboa | Junho, 2019

Preço 15€ – 4 horas | 10€ – 2 horas

Duração 4horas (2h+2h)

Horário
– 19 de Junho das 20h às 22h
– 20 de Junho das 20h às 22h

Local Academia de Música Antiga de Lisboa

ADUFE quem não tiver adufe e pode participar. Com aviso prévio poderei levar adufes extra. Quem pretender adquirir um adufe construído por mim para realizar o curso, usufruirá de um desconto.

SINOPSE

Mini-curso dedicado às cantigas de adufe.

Depois inúmeras formações em que abordámos o adufe da perspectiva de instrumento de percussão, da sua técnica básica e ritmos tradicionais, proponho que partamos agora das cantigas.

Não obstante, farei uma introdução ao adufe e ao que precisamos para “tratar o adufe por tu”, vamos estar sempre a cantar.

De seguida, vamos ouvir e aprender várias cantigas de adufe. Analisar as diferenças entre as várias aldeias, a prática em grupo das adufeiras, o repertório, a estrutura e as temáticas recorrentes. Falaremos dos principais grupos e da sua localização.

Toda a gente pode participar, não é necessário ser cantor! Todos cantamos, melhor ou pior. Mais afinado, menos afinado. São bem-vindos!

Levo letras para os participantes e exemplos dos discos que todos devem ter para poderem acompanhar.

Workshop de adufe | Lisboa, 27 de Abril 19

Local: Academia de Música Antiga de Lisboa, Rua Abílio Lopes do Rego, nº 8

Preços:

Parte I – 14h30-18h30 – básico – 10€/pax

Parte II – 16h30-18h30 – intermédio/avançado – 10€/pax

Parte I e II – 14h30-18h30- 15€/pax

OFERTA: ofereço aos primeiros 10 inscritos a aplicação de uma alça no vosso adufe para poderem tocar como um pandero de Peñaparda.

O workshop será dividido em duas partes:

I – Para começar a tocar adufe: postura, sons e ritmos tradicionais – básico

A primeira parte do workshop (1h30), será dedicada a quem quer começar a tocar adufe. Vamos ver lentamente todos os passos para começarem a “tratar o adufe por tu”. Faremos exercícios baseados nos ritmos tradicionais para que todos os consigam compreender e tocar. Se possível, aprenderemos 2 canções: uma binária, outra ternária.

II – Cantigas de adufe, “Clapping music” para adufes e como usar o adufe como pandero de Peñaparda

Na segunda parte (1h30) vamos trabalhar novos padrões rítmicos e novas técnicas performativas para acompanhar cantigas de adufe. Faremos uma adaptação do “Clapping Music” de Steve Reich para adufes e faremos uma introdução à utilização da alça no adufe, usando-o como pandero cuadrado de Peñaparda.